quarta-feira, 1 de julho de 2015

Mergulhador hipnotiza tubarões acariciando seus focinhos

O Chamado tubarão-cinzento-dos-recifes (Carcharhinus amblyrhynchos) é um predador igualmente preciso e rápido, podendo facilmente ultrapassar os 40 quilômetros enquanto desliza por águas oceânicas. Esse também é o animal que aparece totalmente dócil na imagem acima (nadando com outros 50 da espécie), ao lado do especialista em tubarões Riccardo Sturla Avogadri.
Avogadri utiliza uma técnica de hipnose que consiste em induzir um estado profundo de relaxamento. Para tanto, ele acaricia o focinho do tubarão até perceber que o animal se encontra em um estado praticamente inconsciente, uma espécie de transe.
Longe de ser apenas um daredevil atrás de emoções fortes e holofotes, entretanto, o especialista se vale da imobilização dos animais para estudá-los mais de perto, minimizando os riscos normalmente associados à prática e também podendo manipular mais livremente o corpo do bicho.
Apesar da confiança gerada por seus 30 anos como mergulhador e pesquisador de tubarões, entretanto, Avogadri não dispensa uma cota de malha (espécie de tecido confeccionado em partes metálicas), por via das dúvidas. Mas a experiência ainda é o maior diferencial: “Isso me ajuda a me manter calmo e com a mão firme, podendo tirar boas fotografias subaquáticas rodado por tubarões”, disse o sujeito ao Daily Mail. Alguém aí com inveja?

Síndrome da conversão: quando a dor emocional se transforma em dor física

Para algumas pessoas ainda é difícil entender como questões psicológicas podem interferir realmente na saúde de um indivíduo, e essa falta de noção é mais perigosa do que imaginamos, afinal é por causa dela que deixamos passar algumas questões que, se trabalhadas, poderiam nos garantir uma vida de melhor qualidade.
A síndrome da conversão, por exemplo, é capaz de levar o paciente para o centro de emergências de um hospital. Pessoas vítimas dessa síndrome acabam apresentando sintomas típicos de pacientes com problemas neurológicos, psiquiátricos e cardíacos.
Crises epiléticas; dificuldades respiratórias; incapacidade de andar e falar; bloqueios de visão, audição e fala. Em um primeiro momento o médico pode acreditar que esses sintomas representam um acidente vascular cerebral (AVC) ou, ainda, que o paciente ingeriu drogas, machucou a cabeça de alguma forma ou é epilético.
Após solicitar uma série de exames neurológicos, o médico vai perceber que não houve um episódio de AVC ou epilepsia. Além disso, o paciente não se acidentou nem ingeriu drogas. É comum, nesses casos, que o quadro seja diagnosticado como uma crise histérica nervosa.

Histeria

Os mecanismos que nos fazem literalmente converter dor emocional em dor física ainda não são totalmente esclarecidos pela ciência, até mesmo porque os meios de ação do cérebro humano são extremamente complexos e não totalmente desvendados ainda.
Antigamente esses sintomas físicos sem explicação biológica eram descritos como uma histeria típica das mulheres. Os médicos de alguns séculos atrás culpavam o útero pela conversão de dor emocional em dor física, mas o fato é que homens também são vítimas desses casos, e agora, finalmente, isso já é aceito sem muita resistência.
O fato é que o termo “histeria” deixou de ser utilizado há pouco tempo, na era da psicoterapia moderna, e a palavra “conversão” passou a ser adotada para definir esses casos – neste texto nós falamos a respeito da relação entre histeria e prazer feminino.

Conversão

A palavra “conversão” cumpre exatamente o seu papel ao deixar claro que se trata realmente da transformação, da conversão de uma dor psicológica em uma dor física. A coisa é tão séria e tão comum que as estimativas são de que pelo menos 25% da população mundial experimentou ou vai experimentar os sintomas dessa síndrome.
É preciso deixar claro que essa transferência do campo emocional para o físico não acontece por vontade do paciente nem pode ser induzida. Esse processo, na verdade, acontece de maneira inconsciente, ainda que os sintomas físicos sejam facilmente delineados. Converter emoções não verbais e às vezes até inconscientes em dor física é uma forma bizarra de mente e corpo se conectarem.

Tratamento

Todo tratamento que envolva questões psicológicas exige do médico, do terapeuta, do psicólogo e dos outros profissionais envolvidos boas doses de empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar do outro e analisar muito bem aquilo que se diz. Um paciente com a síndrome da conversão não deve ouvir frases como “isso é apenas coisa da sua cabeça”, que acabam diminuindo a importância do sofrimento do paciente, como se bastasse força de vontade para resolver o caso.
Frases como essa realmente podem interferir no tratamento, e de maneira bastante negativa. O ideal é mesclar o tratamento médico, feito por um psiquiatra, com o tratamento terapêutico, geralmente realizado por um psicólogo. Esse segundo profissional geralmente recorre à terapia cognitivo-comportamental (TCC), que é uma técnica moderna e bastante eficaz de tratamento, demonstrando sucesso em pacientes que tratam depressão e ansiedade.
Em alguns casos, a síndrome requer também fisioterapia, quando os danos físicos são mais intensos e afetam habilidades motoras. Em casos ainda mais severos, quando o paciente apresenta alterações neurológicas, a família acaba se envolvendo com a recuperação de maneira ainda mais intensa, ajudando em tarefas como banho e troca de fraldas.
Alguns pesquisadores acreditam que os sintomas da síndrome de conversão aparecem em pessoas com condições medicais que não foram previamente diagnosticadas. Como a síndrome ainda é pouco conhecida, há material insuficiente publicado sobre ela, sendo difícil prever as consequências em longo prazo.
Se no passado a síndrome já foi considerada exclusiva das mulheres, cientistas modernos já comprovaram que a condição não tem nada a ver com o gênero, sendo possível, portanto, que tanto homens quanto mulheres possam apresentar os sintomas da conversão.
No entanto, há um fator externo que pode facilitar o aparecimento da síndrome. Em países onde a cultura reprime manifestações emocionais de tristeza, sexualidade e até mesmo alegria, as pessoas são mais suscetíveis a apresentar esses sintomas.
De qualquer forma, a síndrome da conversão precisa ser encarada como uma dor crônica, uma doença ou um trauma – jamais como “frescura” ou “algo da sua cabeça”, de novo, apenas por uma questão de empatia. Diminuir o sofrimento psicológico é uma forma muito negativa e cruel de atrapalhar o tratamento.
Essa questão de empatia vale para tudo, mas nos casos das outras doenças psiquiátricas também é fundamental. Da mesma forma que não faz sentido dizer a um diabético que o diabetes é uma “coisa da sua cabeça”, é errado dizer para uma pessoa em depressão que ela precisa ter força de vontade para reagir.
A conversão pode estar ligada a diversos traumas emocionais ou experiências de estresse extremo, como a morte de uma pessoa ou um caso de demissão. Transformar essa dor psicológica em uma dor física é um mecanismo do próprio corpo humano, que talvez divida o peso de um trauma com o resto no corpo para não sobrecarregar o lado emocional.

Presa no RN publica fotos em rede social: ‘Cheguei chegando’

29jun2015---detenta-natalia-ferreira-de-souza-posta-fotos-de-dentro-do-presidio-agricola-doutor-mario-negocio-em-mossoro-rn-1435695261051_615x300A detenta Natália Ferreira de Souza, paulista de 29 anos, foi transferida de cela nesta terça-feira (30), na Penitenciária Agrícola Doutor Mário Negócio, em Mossoró (RN), após os agentes descobrirem que ela estava publicando fotos suas no Facebook de dentro da prisão, usando um telefone celular. A direção do presídio investiga como ela obteve o aparelho.
A última foto foi publicada na segunda-feira (29), com Natália usando um vestido justo e escrevendo: “Cheguei chegando gata aceita q doi menos” (sic). Ela também postou um indicador de humor, dizendo que está “se sentindo apaixonada”. Nas outras fotos, usou um vestido florido aparentemente dentro de um banheiro da prisão.
Ela foi presa no dia 25 de maio na cidade de Apodi (RN) por tráfico de drogas na região Oeste do Estado, mas foi logo transferida para Mossoró porque não há presídio feminino em Apodi.
Natália utiliza na rede social um perfil com nome alterado –Natalia Cleitone Meneses– e vinha publicando fotos de dentro da cela desde o dia 21 de junho. O perfil é mais antigo, porém; lá ela já divulgava fotos suas e de seus familiares antes de ser presa.
A direção da penitenciária, que ficou sabendo da infração pelo próprio Facebook, encontrou e apreendeu o celular, além de ter separado Natália da cela onde se encontrava originalmente. Uma investigação foi iniciada para descobrir como o aparelho entrou no local. Uma das hipóteses é de que tenha passado por uma falha de segurança nas revistas aos visitantes.

Argentina massacra o Paraguai por 6x1 e é finalista da Copa América 2015.

Decisão do 3° e 4° lugar será Peru x Paraguai 3/7 20:30 (Concepción)
Final Chile x Argentina 4/7 17h (Santiago)

Se cuida, Chile! Argentina passeia contra o Paraguai e vai à decisão da Copa AméricaHermanos goleiam por 6 a 1 com show do trio Messi, Pastore e Di María em Concepción, e sonho de acabar com o jejum de 22 anos segue vivo. Só falta mais um passo.

RESUMÃO


  • O JOGO
    Por Edgard Maciel de Sá, Concepción, Chile

    O papel de favorito sempre foi dela. Só faltava comprovar em campo. Nesta terça-feira, a Argentina enfim mostrou por que é apontada como principal candidata ao título da Copa América. Com um futebol envolvente e - finalmente - eficiente, os hermanos passearam contra o Paraguai em Concepción. A vitória por 6 a 1, com show do trio Messi, Di María e Pastore, garantiu a vaga na final da competição e manteve cada vez mais vivo o sonho de acabar com o jejum de 22 anos sem títulos. Em um só jogo, a equipe do técnico Gerardo Martino fez mais gols do que já tinha marcado em todo o torneio. O recado foi bem claro: se cuida, Chile! Leia mais.


  • DESTAQUEUMA ESCRITA CAIRÁ
    Com a vitória, a Argentina se classificou para a final e vai encarar o Chile, que busca a taça inédita, no próximo sábado, às 17h (de Brasília), em Santiago. Os hermanos tentam acabar com um jejum de 22 anos sem título e lutam pela 15ª taça da competição. O Paraguai vai disputar o terceiro lugar com o Peru, na sexta, às 20h30 (de Brasília), em Concepción.


  • DESTAQUETRIO INSPIRADO
    A goleada passou pelos pés de Messi, Pastore e Di María. O camisa 10 não marcou, mas fez lindas jogadas, anotou três assistências e foi considerado o melhor em campo. Pastore não ficou atrás: marcou o segundo e deu uma assistência. Já Di María deixou sua marca duas vezes na etapa final, cruzou para Agüero fazer o quinto de cabeça e voltou a ser heroi um ano depois de marcar o gol decisivo nas oitavas de final do Mundial contra a Suiça. Já Kun é o artilheiro do time na competição com três gols, mas não tem brilhado como os companheiros. Quem sabe na final...


  • DESTAQUEQUASE 7 X 1
    Os argentinos não perderam a chance de provocar o Brasil. Na véspera do primeiro de julho (01/07), os torcedores hermanos levaram um cartaz para lembrar a goleada alemã na semifinal da Copa do Mundo do ano passado. E por pouco não repetiram o 7 a 1, logo contra os algozes da Seleção no Chile.


  • DESTAQUELESÕES ATRAPALHAM O PARAGUAI
    Duas lesões ainda no primeiro tempo atrapalharam os planos do técnico Ramón Díaz na semifinal: Derlis González, o destaque do time contra o Brasil, e Roque Santa Cruz saíam antes do intervalo. Depois de eliminar a seleção de Dunga, o Paraguai foi castigado com uma goleada. Mas mostrou na competição que pode fazer uma campanha digna nas Eliminatórias, bem melhor do que a lanterna no torneio classificatório para a Copa do Brasil em 2014.


  • DESTAQUEPRIMEIRO TEMPO: PARAGUAI VIVO
    O roteiro parecia o mesmo da estreia. Com menos de 30 minutos, a Argentina vencia por 2 a 0. Duas assistências de Messi: Rojo abriu o placar após cruzamento e confusão na área, Pastore ampliou após belo passe do camisa 10. Dessa vez, o Paraguai acordou antes mesmo do intervalo, com o gol do palmeirense Barrios.


  • DESTAQUESEGUNDO TEMPO: PARAGUAI ABATIDO
    Mas os hermanos aprenderam a lição. Se no primeiro jogo permitiram o empate por 2 a 2, dessa vez souberam ouvir as ordens de Tata: matar o confronto quando fosse possível. Aproveitando as chances criadas, a Argentina marcou mais duas vezes logo no início do segundo tempo e não deu chances ao rival. Di María fez os dois gols, o segundo em jogada espetacular de Messi. Mesmo com menos posse de bola, o Paraguai não se entregou. Lutou até o fim e chegou a finalizar tanto quanto o rival (15 x 14), mas a qualidade técnica fez diferença. Agüero e Higuaín ainda fecharam a goleada no fim: 6 a 1 e baile de bola.



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