sexta-feira, 3 de julho de 2020

Ajudem a minha amiga Francisca Abistem a gravar seu primeiro cd gospel


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Fonte: Parâmetros do Saber

quinta-feira, 2 de julho de 2020

MEC DIVULGA DIRETRIZES PARA VOLTA ÁS AULAS PRESENCIAIS, COMO USO DE MÁSCARAS, DISTANCIAMENTO E AFASTAMENTO DE PESSOAS EM GRUPOS DE RISCOS

MEC DIVULGA DIRETRIZES PARA VOLTA ÁS AULAS PRESENCIAIS, COMO USO DE MÁSCARAS, DISTANCIAMENTO E AFASTAMENTO DE PESSOAS EM GRUPOS DE RISCOS

Foto: Izusek/Getty Images
O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta quarta-feira (1°) diretrizes para a volta às aulas presenciais. Entre elas, estão o uso de máscaras, distanciamento social de 1,5 m, estímulo a reuniões online e afastamento de profissionais que estejam em grupos de risco.
Apesar da divulgação do documento, ainda não há uma data prevista para a volta às aulas presenciais em todo o país, suspensas desde março.
Segundo o balanço do MEC, ao menos 10 universidades estão com atividades remotas, 5 com atividades parciais e 54 com atividades suspensas.
O protocolo com medidas de biossegurança trata sobre a comunidade acadêmica, medidas protetivas individuais e coletivas, cenários comuns como salas de aulas, transporte coletivo, atividades laborais, entre outras.
Ele foi elaborado para orientar as ações em 69 universidades e 41 instituições de ensino federais, mas poderá ser usado como diretriz para a elaborações de documentos semelhantes nos estados, segundo o secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel.
A portaria com as diretrizes deverá ser publicada amanhã no “Diário Oficial da União”, mas já está disponível no site do MEC (acesse aqui o protocolo).
O MEC afirmou que o documento foi elaborado por uma equipe multidisciplinar, que conta com um médico pneumologista.
Entre as medidas, estão:
Considerar o trabalho remoto aos servidores e colaboradores do grupo de risco;
Uso de máscara obrigatório;
Medição de temperatura no acesso às áreas comuns;
Disponibilização de álcool em gel;
Volta ao trabalho de forma escalonada;
Manter a ventilação do ambiente;
Considerar o trabalho remoto aos servidores e colaboradores do grupo de risco;
Priorizar reuniões e eventos a distância;
Respeitar o distanciamento de pelo menos 1,5 m;
Manter o cabelo preso e evitar usar acessórios pessoais, como brincos, anéis e relógios;
Não compartilhar objetos – incluindo livros e afins;
Elaboração quinzenal de relatórios para monitorar e avaliar o retorno das atividades.
Acesso gratuito à internet
O MEC também anunciou que dará internet gratuita para alunos de universidades e institutos federais em situação de vulnerabilidade, para que possam acessar as aulas remotas enquanto durar a pandemia.
A expectativa inicial é atender a 400 mil estudantes e, depois, chegar a 1 milhão. A iniciativa tem parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC). Os custos não foram informados.
Segundo o secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, 40% destes estudantes estão no nordeste.
Vogel afirma que não se trata de internet liberada e gratuita: as universidades e institutos federais deverão definir os sites e sistemas nos quais os estudantes terão acesso gratuito.
Segundo o secretário-executivo do MEC, a maioria dos estudantes têm equipamentos para acessar a internet, mas não tem pacote de dados suficiente para fazer downloads e assistir a vídeos.
G1

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Com 700 gols, Messi é o 2º maior artilheiro na ativa no mundo; veja o top-5 e quanto falta para Ronaldo

Nesta terça-feira, o craque Lionel Messi marcou o 700º gol de sua carreira profissional durante o empate por 2 a 2 entre Barcelona e Atlético de Madrid, por LaLiga.
O argentino é atualmente o 2º maior artilheiro na ativa em todo o mundo, tendo anotado 700 vezes em 862 partidas na carreira.
Faltam 28 para chegar em Cristiano Ronaldo, da Juventus, que é o líder neste quesito, com 728 tentos em 1.005 jogos.

TOP-5 ARTILHEIROS NA ATIVA

1. Cristiano Ronaldo (Juventus): 728 gols em 1.005 jogos
2. Lionel Messi (Barcelona): 700 gols em 862 jogos
3. Zlatan Ibrahimovic (Milan): 540 gols em 907 jogos
4. Robert Lewandowski (Bayern de Munique): 482 gols em 728 jogos
5. Luis Suárez (Barcelona): 472 gols em 750 jogos
Dos 700 gols de Messi, 630 foram marcados pelo Barcelona, o único time que ele defendeu na carreira, em 724 partidas.
Os outros 70 tentos foram pela seleção argentina, em 138 oportunidades.
Atualmente, a média de gols do gênio pelo Barça é de 0,87, enquanto pela Argentina é de 0,51.
Messi também é apenas o  jogador sul-americano a chegar à marca de 700 gols em jogos oficiais - os outros são Pelé e Romário.
Já na história do futebol, o camisa 10 é o  a alcançar os 700 tentos oficiais, junto a Josef Bican, Romário, Pelé, Ferenc Puskás, Gerd Müller e Cristiano Ronaldo.
A competição em que LaPulga mais marcou foi LaLiga441 gols em 480 confrontos.
Vale destacar que ele também anotou 114 vezes em 141 encontros de Uefa Champions League.
Em Mundiais de Clubes, a marca também é excelente: 5 bolas na rede em 5 jogos.
Com 700 gols na carreira, Lionel Messi empilhou obras de arte com a camisa do Barça; relembre

Com 700 gols na carreira, Lionel Messi empilhou obras de arte com a camisa do Barça; relembre

Argentino segue fazendo história no mundo do futebol
Em Copas do Mundo, o gênio sona 6 em 19 partidas.
Via: ESPN

Governo prorroga por 2 meses auxílio emergencial, mas quer dividir pagamento em 4 parcelas

Governo prorroga por 2 meses auxílio emergencial, mas quer dividir pagamento em 4 parcelas

Anúncio foi feito pelo ministro Paulo Guedes (Economia). Segundo ele, primeira parcela será de R$ 500; a segunda, de R$ 100; a terceira, de R$ 300; e a quarta, de R$ 300.

Por Laís Lis e Roniara Castilhos, G1 e TV Globo — Brasília
 

Governo anuncia que vai pagar auxílio emergencial por mais dois meses
O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou nesta terça-feira (30) a prorrogação do auxílio emergencial, destinado a trabalhadores informais e beneficiários do Bolsa Família.
Segundo Guedes, a proposta é que sejam pagas mais quatro parcelas em dois meses, que somarão R$ 600 por mês, totalizando R$ 1,2 mil.
O pagamento deverá ser feito da seguinte maneira, segundo o ministro:
  • R$ 500 no início do mês;
  • R$ 100 no fim do mês;
  • R$ 300 no início do mês;
  • R$ 300 no fim do mês.
O anúncio foi feito em uma cerimônia no Palácio do Planalto, da qual participaram o presidente Jair Bolsonaro, ministros do governo, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), além de parlamentares e convidados (saiba mais abaixo como foram os discursos).
Na cerimônia, Bolsonaro assinou um decreto sobre a prorrogação do pagamento.
Após o evento, o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse que o cronograma de pagamento das novas parcelas ainda será divulgado. Segundo ele, o calendário está pronto, mas falta autorização do ministro Paulo Guedes para anunciar.
Bolsonaro anuncia nesta terça-feira a prorrogação do auxílio emergencial

Auxílio emergencial

O auxílio emergencial foi criado em abril, por meio de uma lei aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada por Bolsonaro.
A previsão inicial era que o auxílio fosse pago por três meses, mas a lei deu a possibilidade de prorrogação do benefício.
O texto enviado pelo governo ao Congresso previa que o auxílio fosse de R$ 200, mas o texto aprovado pelo Congresso passou o valor da parcela para R$ 600.

Prorrogação

Na semana passada, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo na qual disse que a "ideia" do governo era pagar mais três parcelas do auxílio (R$ 500, R$ 400 e R$ 300). No Congresso, porém, parlamentares vinham defendendo manter o valor de R$ 600 e pagar mais duas parcelas.
Mais cedo, nesta terça, a colunista do G1 e da GloboNews Ana Flor informou que o governo havia decidido aceitar a proposta do Congresso e pagar mais duas parcelas, de R$ 600 cada (veja os detalhes no vídeo abaixo).
Segundo o Ministério da Economia, cada parcela do auxílio custa por mês cerca de R$ 50 bilhões. Conforme Paulo Guedes, o programa já beneficiou 60 milhões de pessoas.
Ana Flor: Governo vai aceitar mais duas parcelas de R$ 600 para o auxílio emergencial

Discursos

No discurso desta terça-feira, Paulo Guedes afirmou que o parcelamento foi pensado para fazer uma "aterrissagem inteligente" do auxílio e que o próximo passo do governo será o programa Renda Brasil, reestruturando os programas sociais já existentes.
"O Bolsa Família foi a junção de dois ou três programas. Vamos fazer o mesmo. Juntar dois ou três programas e criar o Renda Brasil, Renda Cidadania. Acima desse nível que está aí", disse.
Guedes afirmou ainda que os dados mostram que o "fundo do poço" da crise econômica provocada pela pandemia foi o mês de abril.
Ao assinar o decreto que prorroga o auxílio emergencial, Bolsonaro afirmou que sabe que o valor de R$ 600 é "pouco", mas pode ser "muito para quem não tem nada".
"Esse trabalho, esta maneira de buscar recursos no momento que a pátria necessitava é que faz com que nós nos orgulhemos de poder ajudar e dispender meios para atender a estes necessitados", disse.
O presidente afirmou ainda que espera que após esses dois meses de prorrogação a economia esteja reagindo e que o país volte à realidade. “Obviamente sempre tomando cuidado com o bem maior de todos, que é a nossa vida”, disse.

Análise

Ouça no podcast O Assunto a análise sobre o impacto do auxílio emergencial:

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